Pulverização com drones reduz perdas e mostra crescimento no Brasil
Tecnologia que faz pulverização com drones reduz perdas, amplia a produtividade e domina áreas antes inacessíveis, mas exige preparo cuidadoso da calda, controle das variáveis de voo e escolha correta dos adjuvantes para entregas realmente consistentes no campo.
A adoção de drones na agricultura brasileira avança em ritmo acelerado e já redesenha a forma como produtores aplicam defensivos nas principais culturas do país.
De acordo com dados apresentados na Droneshow 2025, o número de drones agrícolas passou de pouco mais de 3 mil unidades em 2021 para 35 mil em 2025, um crescimento expressivo que revela não apenas o interesse pela tecnologia, mas a percepção clara de que essa ferramenta pode solucionar gargalos históricos da pulverização, especialmente em áreas de difícil acesso, declives acentuados e talhões onde pulverizadores terrestres simplesmente não conseguem operar.
O impacto no bolso do produtor também explica parte desse avanço. O uso de drones elimina totalmente o amassamento da lavoura — problema que pode representar entre 2% e 5% de perda de produtividade em culturas como soja, milho e trigo.
















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